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Tigres não acumulam a poeira dos séculos; Tigres reinventam a vida todos os dias

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Em Família, foi-se


 Melhor momento da trama; a morte do arrogante Laerte...Bônus: dá para jogar com a placa.


História prometia _Quando Manoel Carlos anunciou que 'Em família' (Globo) seria sua última novela, a expectativa foi a melhor possível. Afinal, é um dos novelistas mais prestigiados da TV brasileira, autor de tramas que bombaram, como 'Baila comigo', 'História de amor', 'Laços de família', 'Mulheres apaixonadas', consideradas clássicos. Mas, para decepção dos fãs, a história, que parecia atraente, não emplacou.

A trama _A última Helena, vivida por Júlia Lemmertz, seria uma mistura de todas as outras que levaram o nome da famosa personagem do autor. Depois de viver um amor na infância e juventude, com desfecho desastroso e traumático, ela o reencontraria na maturidade, 20 anos depois, já casada, e por ele, largaria o marido, ferido gravemente por este ex-amor, mas teria uma rival pelo caminho: a própria filha, Luiza, personagem de Bruna Marquezine.
Em ritmo lento, a narrativa, que estreou em fevereiro e contou com duas fases anteriores, demorou a deslanchar. Apesar de Júlia e Bruna se mostrarem afinadas nos conflitos das personagens, a trama tomou outro rumo, com Helena,  presa à mágoa e ao rancor pelo antigo amor, Laerte, (Gabriel Braga Nunes), 
enquanto Luiza, mimada e desaforada,  se apaixonou por ele e quis o relacionamento contra a vontade de toda a família.
Daí a novela desandou. Apesar de um ótimo time de atores, além da trama principal, que nunca disse a que veio, houve estranhamento na distribuição de personagens – casos de, por exemplo, Natália do Vale, que viveu a mãe de Helena; e Ana Beatriz Nogueira, a de Gabriel Braga Nunes: todos com idades relativamente próximas.
Na dinâmica, ação e diálogos, estes sempre com maior ênfase pelo autor, sua característica mais forte, não andaram juntos. Resultado: novela morosa, muito detalhista, sem pegada.
A trama em todos os núcleos – de Juliana (Vanessa Gerbelli) e sua obsessão pela maternidade; de Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) e a enrolação até que, finalmente, formaram um casal que nunca convenceu –, ficou devendo. E na falta de um vilão colocou-se tudo no mesmo balaio, e de um suposto mocinho, Laerte, quase que de um capítulo para o outro tornou-se o mau da fita. Doente, mas vilão. Não convenceu. Enfim, Em família encerrou expediente e não deixa saudades. Uma despedida frustrante e melancólica de Manoel Carlos, um mestre das novelas.
O melhor da história mesmo foi a morte do chato e arrogante Laerte, no último capítulo, morto por uma outra psicopata, Lívia...Não achei o nome da atriz, linda e muito boa(como atriz!_leia-se).Havia outra ''psica'', Shirley(Viviane Pamanter, ah essa é veterana!), que queria a todo custo fugir com ele de avião deixando a patricinha mimada sozinha na igreja, mas não rolou... E o dodói da cuca foi morto mesmo, numa tentativa desesperada por alguns pontinhos no ibope...
Virgílio, Helena e a patricinha terminaram juntos e felizes, e a novela terminou como começou: com a chata personagem de Natália do Vale fazendo aniversário, num almoço em família, a chata família dona do Leblon, de Goiânia e de todo o mundo... Aliás, esse vai e vem entre as duas 'cidades' tão distantes e que eram visitadas como se fossem a 15 minutos uma da outra, rendeu para mim muitas risadas...
Viúva patricinha, já desenrolando mais um macho.


Pior ibope da história _Números decepcionantes: De acordo com dados prévios do Ibope, a trama de Manoel Carlos registrou média de 34,8 pontos, cerca de 10 pontos a menos que sua antecessora
“Amor à Vida”. O índice é o menor já registrado num último capítulo de novela das nove.
“Em Família” – 34,8 pontos com pico de 40
“Amor à Vida” – 48 pontos com pico de 50
“Salve Jorge” – 46 pontos com pico de 49
“Avenida Brasil” – 52 pontos com pico de 54
“Fina Estampa” – 47 pontos com pico de 50
“Insensato Coração” – 47 pontos com pico de 51
“Passione” – 52 pontos com pico de 57
“Viver a Vida” – 47 pontos com pico de 52
“Caminho das Índias” – 55 pontos com pico de 60
“A Favorita” – 50 pontos com pico de 53
O recorde negativo não se limita apenas ao desfecho. “Em Família” é também o folhetim menos assistido das histórias do horário. (Republicado)

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