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Tigres não acumulam a poeira dos séculos; Tigres reinventam a vida todos os dias

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O conto de fadas acabou

 Apostando num visual inovador que dialoga com a fábula, Meu Pedacinho do Chão termina nesta sexta, elogiada pela crítica, porém com audiência abaixo da média. Eu, particularmente achei chata, mas não podemos deixar de admitir que ela é um marco em termos de inovação, dentro da teledramaturgia atual. Com cenografia lúdica e ousada, figurinos ricos em detalhes, e personagens marcantes, se propôs a ser um conto de fadas e foi. Com direito a vacas e cavalos coloridos, e tudo.
Benedito Ruy Barbosa ousou, e Luiz Fernando Carvalho topou o desafio, e cuidou de todas as minucias, abusando das cores e texturas para criar esta fábula, que pode ter causado estranhamento nos adultos, mas encantou as crianças, e arrancou elogios da crítica.


Destaques_ Se a opção pela trama clássica, com o amor vencendo barreiras, não agradou a muitos,
as interpretações deram certo, como a do capataz Zelão (Irandhir Santos) e a professinha Juliana (Bruna Linzmayer).

 Bruna, lindíssima, com cabelo e maquiagem impecáveis, ficou devendo no quesito interpretação, mas damos um desconto, já que a personagem era chatinha e indecisa no começo, mas apesar disso a química entre os personagens deu certo. Irandhir que veio de pequenas participações em seriados na emissora, mostrou a que veio em Pedacinho de Chão, construindo um personagem rude e másculo, porém doce e meigo, fazendo muita gente suspirar, e mostrando que homens másculos podem ser capazes de delicadezas. #fica a dica!


O casal que mais agradou, porém, foi o Ginando : Gina (Paula Barbosa) e Ferdinando (Johnny Massaro),   já que a arredia mulher-macho teve que ser domada por ele, rendendo boas histórias, a aquela famosa torcidinha do público, para que ela mudasse e ficasse com ele, e a química entre os dois agradou o público.


Por fim teve até triângulo amoroso, quando ela quase se interessou por Viramundo, personagem do iniciante Gabriel Sater, filho de Almir Sater, que aliás prometia, e foi mediano como cantor e ator, mas vamos dar um desconto pois é seu primeiro trabalho (pelo menos que eu lembre, ainda mais em tv) e ele pode vir a aprender muito ainda. O rosto bonito ajuda e muito!...





A crítica também não gostou muito de Bruno Fagundes, filho de Antônio Fagundes, classificando seu trabalho como abaixo das expectativas, na pele do médico Renato. Discordo. Achei o gato muito bom, e não por ser gato_ juro_achei que seu personagem não deu lugar para que ele fosse mais além. E as comparações com o pai, seu companheiro de cena, a pressão da estréia... podem tê-lo prejudicado.


A também iniciante Cíntia Dicker, que viveu o desafio de ser  filha de Antônio Fagundes, não decepcionou, mas também não foi um grande destaque.

Também muito boa a interpretação dos pequenos Tomás Sampaio (Serelepe) e Geytsa Garcia (Pituquinha),


 já que era improvável a amizade da menina rica e um órfão abandonado, e os atores cumpriram muito bem o seu papel, imprimindo a emoção necessária. Talento de gente grande!




Antônio Fagundes, o veterano, não decepcionou vivendo Giácamo, personagem totalmente diferente do homofóbico César, de Amor à vida, de forma que nem dava pra lembrar de César, e nem dos outros personagens italianos  vividos por ele, coisa que só um ator deste porte conseguiria.




Outro que saiu do lugar-comum foi Rodrigo Lombardi vivendo Pedro Falcão. Totalmente desconstruído,
horroroso, com voz horrorosa, andar encurvado_horroroso_em nada lembrava os galãs vividos em Caminho das Índias e Salve Jorge... Ou o galã que ele é. Aplausos, merecidos.
Juliana Paes, com seu rico figurino, maquiagem impecável, fez bonito com sua madame Catarina. Com voz enjoada, caretas e gritinhos às vezes irritantes, ela podia, afinal era uma madame, e como toda madame... enjoada. Bem construída. Convincente.
Osmar Prado, grande ator, com
interpretações memoráveis, desta vez não convenceu como o Coronel Epa.   Parecia mais uma mistura de Tião
Galinha com outros personagens
que já viveu.
Em resumo_ É natural que o público não esteja acostumado a este tipo de novela, ainda assim abriram-se as portas para que outros autores e diretores possam daqui para a frente, inovar. (coisa que a tv brasileira precisa, e muito).

...........(Republicado)...........
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