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Audio do Cometa Rosetta e Tudo sobre a Missao


Europa destaca 'imenso passo' após pouso de robô em cometa numa Missão que ajudará a compreender melhor a estrutura de nosso Sistema Solar._ Módulo Philae, lançada da sonda Rosetta, pousou em cometa nesta quarta.
_A Comissão Europeia destacou nesta quinta-feira (13) o "imenso passo" para a ciência e a exploração espacial representado pela aterrissagem do módulo Philae, da Agência Espacial Europeia (ESA) sobre a superfície de um cometa, algo inédito até então.
A comissária europeia de Mercado Interno e Indústria, Elzbieta Bienkowska, parabenizou a ESA e os países que participam da missão Rosetta após a bem-sucedida aterrissagem de seu módulo, e considerou que a missão "ajudará a compreender melhor a estrutura de nosso Sistema Solar". "Já começou a proporcionar dados de valor incalculável para nossos cientistas para explorar no futuro. Estamos esperando mais detalhes da ESA sobre o estado da situação e os próximos passos do módulo de aterrissagem Philae", disse.
(Cientistas comemoram, em Tousouse, sul da França.)
O módulo da ESA pousou sem problemas sobre a superfície gelada do cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko, sete horas após ter se separado da sonda mãe Rosetta. Bienkowska disse que a União Europeia "dá a maior importância' à ciência e ao espaço, e considerou que esta estabelece as bases para futuras atividades no espaço que terão 'benefícios concretos' para os cidadãos.
"A exploração espacial é um motor para a inovação e a criação de sinergias entre os setores espaciais e não espaciais que gerem benefícios aos cidadãos", insistiu.

Uma jornada de 10 anos_ Para chegar até o cometa, a sonda Rosetta realizou uma longa viagem de uma década através do Sistema Solar, que começou em 2 de março de 2004 e percorreu 6,5 bilhões de km até chegar ao entorno do cometa, em 6 de agosto. A Rosetta, que leva a bordo 11 experimentos científicos, também se encontrou com o asteroide Steins no início de agosto de 2008 e com o asteroide Lutetia em julho de 2010.
A missão vai a acompanhar o cometa até o final do próximo ano e, durante esse tempo, obterá 80% dos dados científicos, enquanto o módulo de aterrissagem Philae cobrirá os 20% restantes.
De arrepiar_ Agência espacial capta 'canto' de cometa_ Música, inaudível para o ouvido humano, está intrigando cientistas; internautas sugerem que barulho seja de um ET!
O "canto" do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, divulgado pela Agência Espacial Europeia na internet, virou um mistério para cientistas e internautas.
Na quarta-feira (12), em um feito inédito, um robô do tamanho de uma máquina de lavar roupas, a sonda Philea, conseguiu pousar no cometa. A análise da composição da superfície do corpo celeste pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.
A música - como os próprios pesquisadores se referiram a ela - foi captada pela nave espacial Rosetta e é inaudível para o ouvido humano. Para que pudesse ser ouvida, seu volume teve que ser aumentado cerca de 10 mil vezes.
OUÇA, DE ARREPIAR!


Postado por Fernando Machado.

"Isso é emocionante porque é completamente novo para nós. Não esperávamos isso e ainda estamos tentando entender a física do que está acontecendo", disse Karl-Heinz Glaßmeier, chefe de departamento de Física Espacial na Technische Universität Braunschweig, da Alemanha, ao blog RESA Rosetta.
Segundo o blog, o barulho provavelmente é produzido pela atividade do cometa, que libera partículas neutras para o espaço, onde elas colidem com as partículas de alta energia. No entanto, "o mecanismo físico exato por trás das oscilações permanece um mistério", diz o blog.
Já a explicação dos internautas foi mais criativa. No SoundCloud, rede de compartilhamento de áudio onde o som foi postado, muitos levantaram a hipótese de que o barulho fosse de um ET.
"Talvez seja o som de um alienígena gritando 'me ajudem, estou preso dentro de um cometa'", comentou Alan Hayward.
"Isso é maravilhoso. Seria arrogante pensar que estamos sozinhos no universo. Não estou dizendo que são aliens, mas estou realmente ansioso para descobrir o que está fazendo esse som...", escreveu Ronnie Wonders.
"Tem ETs fazendo pipoca naquele planeta", comentou Dan Maxe.
O áudio foi ouvido quase 950 mil vezes no SoundCloud e compartilhado 13 mil vezes no Facebook.

Problamas à vista, babies!_Cientistas correm para usar robô Philae antes de fim de bateria_O veículo Philae, estabilizado na superfície de um cometa, está recebendo pouca luz em seus painéis solares, o que pode comprometer a duração da sua bateria - e afetar a missão.
Cientistas que trabalham no projeto espacial analisam como movimentar o robô para que receba mais luz.

(Cometa Rosseta inteiro, ao lado)
O Philae _ que fez duas tentativas de aterrissar no cometa antes de lograr a missão _ está estacionado à sombra de um penhasco a 1km do local planejado e recebe cerca de 90 minutos de iluminação a cada rotação de 12 horas do cometa.
Isto é insuficiente para recarregar o sistema de baterias a partir do momento em que a carga principal do veículo se esgote. O Philae se destacou da sonda Rosetta há mais de 60 horas.
O chefe de operações da Agência Espacial Europeia em Damstadt (Alemanha), Paolo Ferri, disse que as estimativas de quando isto aconteceria variam entre a tarde desta sexta-feira e a tarde de sábado.
"Depende das atividades, claro. Quanto mais atividades fizermos com o módulo, mais energia consumiremos, e menos tempo teremos", disse Ferri.
O Philae fez o pouso inédito na superfície do cometa 67P na quarta-feira após uma viagem de dez anos. O módulo saltou duas vezes ao aterrissar - o primeiro dos saltos atingiu 1km de altura.
Sobre dois pés_As primeiras imagens enviadas mostram o terreno irregular do cometa. Fotos tiradas pelo Philae mostram o veículo pressionado contra o que parece ser um muro.
A telemetria indica que ele está em um declive ou talvez até mesmo de lado. O que se sabe com certeza é que um dos seus três pés não está em contato com a superfície.
(Módulo ESA descendo na superfície do cometa.)
Os cientistas estudam opções como usar algumas das peças móveis do robô para executar um novo salto e tirar o aparelho das sombras. Mas provavelmente não há tempo suficiente para planejar e executar essa estratégia.
A prioridade, agora, é usar o Philae para obter o maior número de informações possíveis sobre o cometa. Neste quesito, pesquisadores estão muito satisfeitos com o desempenho da missão.
A decepção seria não poder usar a broca da sonda para recolher material sob a superfície do cometa a fim de fazer análises químicas em laboratórios.
Este foi um dos principais objetivos da missão. Mas a operação fica dificultada com a sonda tão delicadamente posicionada em apenas dois pés. Forças rotacionais de perfuração poderiam desestabilizar o Philae.

(Ao lado, sonda-mãe Rosetta, se aproximando do cometa.)
"Queremos perfurar, mas não queremos perfurar e perceber que, como consequência, a missão acabou", disse à BBC um dos pesquisadores da missão, Jean-Pierre Bibring.
Controladores vão analisar o que pode ser feito para apoiar o terceiro pé na superfície. Se isso não for possível, a perfuração poderia ser realizada no fim da janela da bateria primária. Neste momento, cientistas terão pouco a perder.
"Esta é uma decisão operacional muito típica", disse Paolo Ferri. "Primeiro, você obtém tudo o que puder. As coisas arriscadas ficam apenas para o final."

Missão histórica_Independente do que acontecer nas próximas horas, a missão já tem lugar garantido na história.
Os dados do Philae _ e aqueles enviados pela Rosetta, que continua a observá-lo à distância _ podem transformar o que sabemos sobre os cometas e permitir aos pesquisadores testar várias hipóteses sobre a formação do Sistema Solar e as origens da vida.
Uma teoria sustenta que os cometas foram responsáveis pela distribuição de água aos planetas. Outra ideia é que eles poderiam ter "semeado" a Terra com a química necessária para dar o pontapé inicial na biologia.
"Estes dois dias têm sido absolutamente magníficos", disse o gerente de missão da agência europeia, Fred Jansen. "Quando assumi esse trabalho, há um ano e meio, nunca imaginei que este seria o impacto."
"Claro que, quando as coisas são bem sucedidas, como o módulo tem sido, fazendo medições na superfície, você quer continuar por quanto for possível. Mas a realidade nos diz que há uma quantidade limitada de energia da bateria."

fontes: Blog RESA, MSN, e G1.
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