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Arte Urbana: Grafite

Grafite (arte urbana)_ O Grafite como você já deve ter visto é uma arte de rua (urbana) caracterizada por desenhos em locais públicos, (paredes, edifícios, ruas, etc) e são conhecidas desde o Império Romano quando era utilizado o carvão para escrever palavras de protestos nas paredes dos monumentos.
Nos anos 60, em Nova York, jovens do Bronx começaram a espalhar suas marcas nas paredes da cidade utilizando tinta em spray. Desenhavam imagens de protesto contra a ordem social, dando início a um grande movimento de arte urbana.O termo Grafite se origina do italiano “graffito” (plural “graffite”) e significa a “escrita feita com carvão”.
Grafite no Brasil_A história do Grafite no Brasil surgiu na década de 70, precisamente em de São Paulo, época conturbada da história do Brasil, silenciada pela censura com a chegada dos militares no poder.
Paralelamente ao movimento que despontava em Nova York, o grafite surge no cenário da metrópole brasileira como uma arte transgressora, a linguagem da rua, da marginalidade, que não pede licença e que grita nas paredes da cidade os incômodos de uma geração.
A partir disso, a arte de grafitar se transforma num importante veículo de comunicação urbano, reforçando a existência de outras vozes, de outros sujeitos históricos e ativos que participam da cidade.
É preciso ressaltar que inicialmente, ele foi caracterizado pela autoria anônima, em que o grafiteiro ou "writer" transformava a cidade numa 'tela viva', sem delimitação de espaço, mensagem ou mensageiro.
O que importava naquele momento, era a arte em si e não o nome do seu autor. Por esse motivo, os chamados "cânones" foram retirados de sua posição central e imperativa para dar lugar a uma arte de todos e para todos; arte da rua, na rua e para a rua; arte da cidade, na cidade e para a cidade: o grafite.

Assim, desde a década de 70 no Brasil, os grafiteiros se apropriaram do espaço público a fim de transmitirem mensagens de cunho político, social, cultural, humanitário e, sobretudo, artístico. Assim, a arte nesse momento, passa a ser não somente vista dentro dos museus ou dos centros culturais, mas, sobretudo, nas paredes das ruas, nos túneis, nos prédios da cidade.
O grafite é definido mais que uma linguagem artística, torna-se assim, um importante instrumento de protesto e de transgressão dos valores vigentes e da formalidade; em outras palavras, nasce uma nova forma de ocupação do espaço urbano e da percepção artística. De acordo com Celia Maria Antonacci Ramos, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, a arte do grafite é acima de tudo, a arte da cidade e do público que nela vive:
"Grafite: grande canal de comunicação, sem conexão com fibra ótica ou cabo elétrico, mas conectado diretamente com a cidade, com o público, com o aqui e agora. O grafite está na cidade, no espaço público, não tem proprietário nem vigia. Na carona dos grafites há sempre os rabiscos aleatórios, as mensagens de amor, as pichações políticas e os anúncios publicitários. Os grafites criados nos “udigrúdi” das cidades levaram o ocidente a presenciar pública e anonimamente o questionamento de muitos de seus valores estabelecidos, entre eles o da ocupação dos espaços da cidade e o da apresentação e valoração da arte. Se uma nova forma de política emerge desse contexto com ela uma nova forma comunicação e de arte."
No Brasil, essa arte disseminou-se rapidamente pelo país e, hoje em dia, segundo estudiosos do tema, o grafite brasileiro é considerado um dos melhores do mundo. Alguns nomes de destaque no cenário nacional e internacional são: Eduardo Kobra, Alex Hornest, Alessandro Vallauri, Ramon Martins, Gustavo e Otávio Pandolfo (os gêmeos).

 

 

 
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