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Tigres não acumulam a poeira dos séculos; Tigres reinventam a vida todos os dias

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O Senhor do Labirinto

Lançamento 11 de dezembro de 2014 (1h20min)
Dirigido por Geraldo Motta Filho, Gisella de Mello
Com Flavio Bauraqui, Maria Flor, Irandhir Santos mais
Gênero Drama , Biografia
Nacionalidade Brasil
Não recomendado para menores de 12 anos
Sinopse_ O longa revela a arte de Arthur Bispo do Rosário (Flávio Bauraqui), sergipano esquizofrênico que passou boa parte de sua vida internado na colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro. Suas criações, como mantos e bordados, são consideradas obras de arte e já representaram o Brasil em evento internacional realizado em Veneza, na Itália. Dentro de seu mundo místico e imaginário, onde acreditava ser Jesus, Bispo era restritivo quanto aos que poderiam entrar em sua "terras", como aconteceu com o guarda Wanderley (Irandhir Santos), um de seus convidados de sempre
Análise_No início dofilme, uma narração em off explica quem foi Arthur Bispo do Rosário (Flávio Bauraqui): artista, esquizofrênico, que criava as suas singulares obras acreditando receber ordens divinas. A apresentação é didática, enquanto a câmera passeia pelas obras do escultor. Este momento lembra um vídeo institucional, destinado à vulgarização (no sentido estrito do termo) de seu objeto de estudo.
O problema é que as demais cenas nunca abandonam esta pedagogia da simplicidade –
e talvez nada seja tão grave quanto tratar temas complexos como a arte, a criação e a esquizofrenia de maneira externa e impessoal. Os diretores Geraldo Motta Filho e Gisella de Mello dispunham de inúmeras possibilidades imagéticas ao analisar a construção psíquica de um homem genial e perturbado, mas preferiram se ater aos fatos: Bispo cria, fica preso em sua cela, e nada mais. O desenvolvimento da criação e da doença é tristemente linear, passando das primeiras às últimas criações, da saúde à doença, do anonimato à fama.
O Senhor do Labirinto não procura a aplicação criativa de seus poucos recursos, preferindo emular o estilo básico das cinebiografias engessadas e escolares, que exigiriam uma produção muito maior. O resultado é uma oportunidade perdida de valorizar o trabalho de Arthur Bispo do Rosário... ou seja, ainda assim cumpri meu papel, pois você se livra deste.
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