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Planeta dos Macacos - o Confronto

O sucesso de público e crítica de "Planeta dos Macacos: A Origem" possibilitou a produção de "Planeta dos Macacos: O Confronto" (Dawn of the Planet of the Apes - 2014), que entra em cartaz oficialmente nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 24. Quem já assistiu ao longa e garante que ele supera a qualidade de seu antecessor em absolutamente todos os quesitos, ao ponto de deixar o espectador ansioso para sua sequência, prevista para estrear em 2016.
Com direção de Matt Reeves, este filme acerta em cheio ao mostrar para o público todos os fatores que levaram ao confronto entre macacos e humanos, aprofundando cada trama calmamente com muita competência através de um roteiro redondo, muito coerente, sem nenhuma ponta solta e com referências à história de César, o que acaba por envolver a plateia rapidamente com o que é mostrado na tela.
Obviamente, que o público espera cenas de batalhas do início ao fim, acreditando tratar-se somente de um filme de ação. Só que o tão esperado confronto demora a acontecer, dando muita ênfase à história de César (Andy Serkis), seu caráter e inteligência, num belo contraponto à irracionalidade de Koba (Toby Kebbell), que nutre ódio por humanos desde os tempos em que era usado como cobaia num laboratório. Esta demora é benéfica, pois é a responsável por sustentar "Planeta dos Macacos: O Confronto" como obra cinematográfica. Porém, quando o conflito entre macacos e humanos começa, o que vemos na tela é uma sucessão de cenas incríveis, produzidas e ensaiadas com muito esmero, respeitando a lógica da narrativa.


 Ao longo de mais de duas horas de projeção, o filme assume um tom quase didático com discursos de paz entre as raças, explicando que violência e ódio só geram guerra, e que são oriundos de indivíduos, não de toda uma raça, seja ela qual for.
A trama, ambientada mais de uma década após os eventos de "Planeta dos Macacos: A Origem", mostra a humanidade sendo dizimada pela gripe símia cujo vírus foi criado no laboratório do longa anterior. Os poucos sobreviventes vivem isolados em áreas fortemente vigiadas, mas precisam de alguns recursos como energia elétrica.
E para garantir a energia, Malcolm (Jason Clarke) precisa se aventurar na floresta próxima a San Francisco, onde vivem os primatas liderados por César numa comunidade organizada, respeitosa e que tem como lema "macacos não matam macacos".
Lutando para conquistar a confiança de César e enfrentando a fúria de Koba, Malcolm e seu grupo seguem todas as regras impostas pelos macacos, bem como os ajudam a cuidar de enfermos e a compreender que nem todos os humanos são cruéis. Após desenvolver uma amizade sincera com César, Malcolm precisa correr contra o tempo para evitar uma guerra entre as espécies.
Para dar credibilidade a esta trama era necessário mais do que um roteiro eficiente: um elenco capaz de convencer o espectador e ganhar sua simpatia. É o que acontece neste filme, contudo quem realmente se destaca dentre todos os atores é Andy Serkis, que conseguiu dosar todas as emoções de César com muita competência, transmitindo ao público toda a tristeza, força, raiva, compaixão, gentileza e amor do personagem, sem exageros ou pieguice.

É necessário destacar que nesta produção a tecnologia serve como complemento da história, trabalhando a favor dela e deixando-a ainda mais interessante. Os efeitos visuais e sonoros são responsáveis por conceder às sequências o máximo de veracidade possível, principalmente no visual dos macacos, pois muitas vezes nos esquecemos de que são atores cujos movimentos foram capturados e digitalizados. Além disso, o 3D funciona muito bem e vale o ingresso mais caro.


De novo muita atilização de mo-cap: interpretação por captura de movimentos.
"Planeta dos Macacos: O Confronto" é um blockbuster que deu muito certo e ultrapassa a barreira do entretenimento descompromissado; é inteligente e leva o espectador a refletir sobre questões familiares e sociais.


Emocionante, cativante, podendo ser assistido e compreendido por toda a família, sem no estanto denotar pieguice... Merecedor de ganhar vários oscars!
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